Nhanderudson

“Nhanderudson  – num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico”

2015

"Nhanderudson - num ponto equidistante entre o Atlântico e o  Pacífico II,  2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100x70 cm

“Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o
Pacífico II,
2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100×70 cm

"Nhanderudson - num ponto equidistante entre o Atlântico e o  Pacífico III,  2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100x70 cm

“Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o
Pacífico III,
2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100×70 cm

"Nhanderudson - num ponto equidistante entre o Atlântico e o  Pacífico I,  2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100x70 cm

“Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o
Pacífico I,
2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100×70 cm

"Nhanderudson - num ponto equidistante entre o Atlântico e o  Pacífico IV,  2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100x70 cm

“Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o
Pacífico IV,
2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100×70 cm

"Nhanderudson - num ponto equidistante entre o Atlântico e o  Pacífico V,  2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100x70 cm

“Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o
Pacífico V,
2015, pigmento mineral s/papel de algodão, 100×70 cm

"Nhanderudson - num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico", 2015. Exposição na Caixa Cultural Rio e Brasília.

“Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico”, 2015. Exposição na Caixa Cultural Rio e Brasília.

unnamed

O seu pensar artístico traz uma espécie de tonalidade experiencial e atua como um conjunto visual que configura diferentes áreas estéticas. Scovino mergulha em um território ambíguo , uma imersão quase litúrgica, como uma oferenda, um ato religioso que mescla erotismo, rituais e incorporação de mitologias como um meio de conhecimento e como uma forma de estar no mundo. Busca um olhar interativo com o espectador e ativa uma pulsão pelo caráter híbrido de seu trabalho pois é uma forma de atuação estética vinculada ao campo da performance.

As fotos da sequência aqui apresentadas são como uma estética em repouso, parecem estar numa inesperada serenidade, como se estivessem ali, paralisando a mobilidade do mundo. Inertes, estáticas, inanimadas, talvez pressentindo alguma mudança. O olhar fica imerso nesse vácuo, nessa espécie de vazio contido. Evocam um silêncio e uma oscilação como se quisessem reagir, adquirir uma súbita musculatura e afirmar a sua realidade física.

O artista esclarece a respeito dessa série Nhanderudson – num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico, frase da música “um índio” de Caetano Veloso que inspirou esse projeto: O que permeia minha pesquisa é o Centro Geodésico da América do Sul. Escolhi uma imagem central que representa o ritual do Caboclo Meio-Dia bem no meio desse ponto, na Chapada dos Guimarães, MT. Um autorretrato. Esse ponto marca 1600km entre os oceanos Atlântico e Pacífico. As outras imagens falam de rituais para a água. Água doce responsável pela vida na América do Sul. Rios que desaguam nos dois oceanos e os ciclos das chuvas. Como se fosse prever o que o índio dirá, que terá sido o óbvio. A falta de chuva em SP e o excesso de chuva na Bahia e a poluição dos rios.

Vanda Klabin

Página do tumblr com informações sobre o processo:

http://nhanderudson.tumblr.com/

 

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s